quarta-feira, 27 de julho de 2011

LABIRINTO

Agruras,

amarguras.
Medo,
de novamente,
me perder
nesse labirinto
que me tornei,
que, sempre,
me torno
quando não encontro gratidão,
gratidão de palavras,
de cumplicidade,
de olhares,
de sentimentos
que de mim fogem.
Não ficam espreita
do há de vir,
do que há para se sentir,
de que valsa bailar.
Só receios,
arrepios,
fugas,
mortes.

1 comentários:

Mário Bróis disse...

-um poema supimpa, destes que quando lemos,entra-nos feito bálsamo benigno,vocábulos estão a bater palmas. ...Mário Bróis...