a olhar o mar,
encontrei o viço,
o bronze,
o não lapidado,
à procura de um escultor.
Quiçá,
de um novo amor.
Publicado no Recanto das Letras em 11/01/2008
"É lugar onde o escritor de prosa ou verso e os admiradores destas formas de expressão, de arte se encontram."
Postado por
Amaral
às
08:48
0
comentários
Eterno.
Assim um dia
foi nosso amor.
Incerto.
Assim passou
por diversas fases
nosso amor.
Com atritos.
Assim viveu
por muito tempo
nosso amor.
Finito.
Custou,
mas , assim terminou
nosso eterno amor.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 11/01/2008
Postado por
Amaral
às
08:46
0
comentários
Perdi-me
no cais
a procura de você.
Agora,
vivo nas noites do cais,
amando um ou outro,
tanto faz.
Porém,
decidido está,
não quero a você
mais encontrar.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 10/01/2008
Postado por
Amaral
às
10:33
0
comentários
Simples
como o vento.
Claro
como a lua.
Assim,
sou eu
quando quero
me deixar
entrar na sua.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 10/01/2008
Postado por
Amaral
às
10:31
0
comentários

Título: Bolas
http://www.bancoimagenes.com/cd683/cd683f005_a.jpg
Bolas.
Vermelhas.
Azuis.
Amarelas.
Coloridas.
Pra chutar.
Soltas no ar.
Lindas.
Brilhantes.
Verdes.
Grenás.
Bolas.
Muitas bolas.
Voltam-me
à minha infância.
Multicolorida.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 09/01/2008
Postado por
Amaral
às
10:18
1 comentários
Tristeza
em mim bateu
por não tê-la
a me rodear.
Tristeza
em mim bateu
quando você se foi
e esqueceu de voltar.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 09/01/2008
Postado por
Amaral
às
10:16
0
comentários
Três espinhos
me apontam
à tez.
Diáfanos.
Insistentes.
Persistentes.
Ruidosos.
Brilhosos.
Valorosos.
Espinhos de escribas.
Cravos na cruz.
Espinhos poéticos.
Poesias cibernéticas.
Soltas ao vento
como o ar a voar.
Três sinais.
Três encontros.
Três veios herméticos.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 08/01/2008
Postado por
Amaral
às
09:21
0
comentários
A tua espera
não mais estou.
Esvaíste-me
do meu corpo
deixando-me
como, realmente, sou,
um boneco,
um palhaço
em tiras,
à procura
de quem me remende
e volte
a me fazer sorrir
sob a lona
da Loucura.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 08/01/2008
Postado por
Amaral
às
09:18
0
comentários

Título: Crianças
http://www.uniredh.com.br/blog/file-757283.jpg
Pipas
soltas no ar.
Bolas
no chão a rolar.
Bonecas
pela calçada
a passear.
Barulho.
Muito barulho.
Férias!
Amarelinha.
Pique-esconde.
Queimado.
Mães atentas.
Cachorro-quente.
Pipoca.
Doces.
Um ritual
que se segue
até o sol se pôr.
Silêncio!
Crianças a dormir.
A sonhar
com um novo sol raiar
para tudo,
novamente,
recomeçar.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 07/01/2008
Postado por
Amaral
às
09:28
0
comentários
Me pediram
um minuto
de silêncio
para me falarem
a teu favor.
Neguei.
Por ti,
nem mais
um silêncio
ou um falar
de orador.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 07/01/2008
Postado por
Amaral
às
09:24
0
comentários

Título: Nuvens
http://www.inap.com.br/sitercaio/fotos/nuvens.jpg
Nuvens
que diversas
formas têm.
Todos os dias
se recrie
em novas formas,
como se estivesse a pintar
o céu
pra um
precioso bem.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 06/01/2008
Postado por
Amaral
às
10:37
1 comentários

Título: Anjo
http://i31.photobucket.com/albums/c359/luluzinhatrue/anjo.jpg
Pensamentos soltos
que vêm
E que vão.
Pensamentos livres
que rédeas não possuem.
Pensamentos encantados
que brotam
em meu peito.
Enfeitice
este Anjo
que se esconde
dentro de mim.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 06/01/2008
Postado por
Amaral
às
10:30
0
comentários
Estou a buscar
algo indefinido,
que não sei o que é.
É misterioso.
Profundo.
Místico.
Ultrapassa
a compreensão.
É costumeiro.
Audaz.
Aventureiro.
Fere.
Deixa dor.
Nos faz dizer
o que não se diz.
Nos deixa aflitos,
sem rumo,
de quatro.
É o amor,
a acertar
outro alvo.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 05/01/2008
Postado por
Amaral
às
09:01
0
comentários
Cansei
de te carregar,
me pesas
as costas.
O fardo
é grande.
Pensei
que ia agüentar.
Mas, não.
É hora
de me libertar.
Quero ser feliz,
sei que é possível.
Nem que tenha de ir para outro lugar,
me mudar.
E, me reinventar.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 05/01/2008
Postado por
Amaral
às
08:58
0
comentários

Título: Chuva
http://www.christiananswers.net/q-eden/rain.jpg
Chuva que cai forte
como um véu de noiva
que se deslocou das matas
lave-me
retire-me todos os ungüentos
limpe-me por fora
e por dentro
e torne-me de novo
feliz.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 04/01/2008
Postado por
Amaral
às
09:32
0
comentários
Digo que te amo,
que te venero,
que só a ti quero.
Engano-te.
Amo
a outras e outros
em um eterno frenesi.
Só de ti fujo.
Só a ti não quero.
Desvio de comportamento,
de conduta?
Não.
Promíscuo
é o que sou, isto sim.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 04/01/2008
Postado por
Amaral
às
09:30
0
comentários
Vento
que sempre me chama,
que sempre me atrai.
Encontre
meus sentimentos
que por ora
vagam
à esfera da solidão.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 03/01/2008
Postado por
Amaral
às
08:28
0
comentários
O que te direi?
Que nomes
tem darei?
Não sei.
Só sei,
que depois de anos,
de sumiço
te encontrei.
O que por ti sinto?
Não sei.
Talvez,
amizade?
Amor?
Ou um grande desprezo.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 03/01/2008
Postado por
Amaral
às
08:24
0
comentários
Postado por
Amaral
às
10:10
0
comentários
No sonho
que tive
e que estava
presente
encontrei-a
com um vestido
preto,
saliente,
provocante,
que me levou
às nuvens
só de vê-la.
Acordei,
ainda tonto,
extasiado
e me deparo contigo
como havia sonhado.
Edilmar Amaral
Publicado no Recanto das Letras em 02/01/2008
Postado por
Amaral
às
10:08
0
comentários